segunda-feira, 25 de abril de 2016

Saiba por que Tiririca mudou seu voto na última hora

EMOCIONANTE – Saiba por que Tiririca mudou seu voto na última hora

 
abril 18, 2016

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Todos os veículos de comunicação já noticiavam que o voto de Tiririca seria contra o impeachment. Até o governo contava com o voto dele como certo. No entanto, um fato que poucas pessoas presenciaram fez toda a diferença.
O deputado Francisco Everardo, conhecido artisticamente como Tiririca, surpreendeu o Brasil durante a votação da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma. Em diversas entrevistas o deputado deu a entender que votaria contra, daí a imprensa e o governo já davam como certo o voto como governista. No entanto a surpresa foi geral quando anunciou que seu voto era avesso aos interesses do Partido dos Trabalhadores.
Confira no vídeo este momento histórico

“Pelo meu país. Meu voto é sim!Tiririca depois de 1h30min passou mal no plenário e foi para seu gabinete para ser medicado. Ele sentia fortes dores de cabeça e tontura. Sua pressão estava baixa. Segundo o Dr. Olavo Mojica Brandemberg, médico que o atendeu, a pressão estava marcando 9 por 6. A orientação foi para que ele se ausentasse da votação e procurasse urgentemente um hospital para ser medicado e ter acompanhamento médico.
Tiririca se negou a ser hospitalizado no momento mais importante de sua vida parlamentar. Ele pediu para que assessores e o médico deixassem ele sozinho no gabinete. Neste momento ele dobrou os joelhos e pediu força para resistir a sessão que durou 9h30min. Durante suas orações ele pediu a Deus que também desse clareza quanto ao voto. Nesta hora Tiririca revelou que ouviu de Deus a seguinte mensagem:
“Meu filho, não permita que o povo continue a chorar pelo desemprego. Você conhece a dor que sente um pai de família que não consegue levar alimento para seus filhos. O Brasil precisa de mudança. Você é parte desta mudança. Honre seu povo. Quem honra o meu povo, honra a mim. Confio em tua verdade meu filho”.
Neste momento Tiririca chorou e os assessores entraram no gabinete. O deputado revelou o ocorrido e anunciou que iria mudar seu voto. Os assessores preocupados com a saúde do deputado chegaram a anunciar para Eduardo Cunha que Tiririca não poderia votar, pois estava sofrendo alucinações. Ao saber disso Tiririca voltou mais que depressa para o plenário e avisou que votaria. E esteva com a saúde plena.
Este fato ajuda a compreender o sorriso que Eduardo Cunha deu ao chamar Tiririca. O que muitos achavam que era um sarcasmo do presidente da câmara, na verdade era a surpresa ao ver de pé um homem que 30 minutos antes estava com determinação médica para internação.
Tiririca revoltado ainda disse aos seus assessores:
“Nunca chamem de alucinação a voz do Senhor. Se vocês não tem intimidade com Deus o problema é de vocês. Mas se vocês são ateus o problema é meu. Não quero perto de mim quem não acredita no meu salvador”.

sábado, 16 de abril de 2016

TUDO PELO PODER.

Amigos(as) observem o que acabei de receber, vamos nos cuidar, eles são capaz de qualquer coisa pelo poder como declarou o LULA.

Fora, Dilma
Governo e PT importam manifestantes 'mortadelas' de países vizinhos
PM intercepta em Goiás ônibus do governo lotado de bolivianos
Publicado: 14 de abril de 2016 às 23:13
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ALÉM DOS ÔNIBUS BOLIVIANOS, PAGOS PELO GOVERNO DE EVO MORALES, HÁ OUTROS DO PERU, PARAGUAI...
A Polícia Militar de Goiás interceptou três ônibus lotados de bolivianos dirigindo-se a Brasília para fazer número nas manifestações do impeachment, neste domingo (17), enquanto a Câmara dos Deputados estiver discutindo e votando o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) recomendando o afastamento.
Documentos apreendidos com os motoristas mostram que os três ônibus lotados de "mortadelas" bolivianos são pagos pelo governo chefiado pelo cocaleiro Evo Morales, que faz parte do grupo de presidentes populistas-bolivarianos do continente.
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UM DOS MOTORISTAS BOLIVIANOS.
Um dos papéis, autorizando a viagem e contendo as características dos ônibus, tem o timbre do Minitério de Obras Públicas, Serviços e Habitação do governo boliviano, enquanto os outros dois têm o carimbo do Ministério de Governo, espécie de Casa Civil boliviana.
Os próprios motoristas informaram ainda que ônibus pagos pelos governos do Peru, Argentina, Paraguai e Venezuela também estão a caminho de Brasília, para fazer número na manifestação favorável a Dilma Rousseff, na Capital.
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OS DOCUMENTOS DENUNCIAM A CHANCELA DO GOVERNO BOLIVIANO PARA A EXCURSÃO OS MORTADELAS.


quarta-feira, 6 de abril de 2016

As pedaladas

GUSTAVO PATU
DE BRASÍLIA
06/04/2016  02h00
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Dados publicados pelo Banco Central dão dimensões precisas à explosão das manobras conhecidas como pedaladas fiscais no governo Dilma Rousseff.
As pedaladas –o uso de dinheiro dos bancos federais em programas de responsabilidade do Tesouro Nacional– são a base do pedido de impeachment contra Dilma.
Os números do BC põem em xeque a tese principal da defesa da presidente, segundo a qual seus antecessores também adotaram a prática.
Por determinação do TCU (Tribunal de Contas da União) o BC calculou os atrasos em repasses do Tesouro aos bancos federais e ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2001, no governo FHC.
Os valores mostram uma tendência de alta a partir do final do governo Lula e uma disparada sob Dilma.
Folhapress
Ao final do governo tucano, a conta do Tesouro a ser saldada com seus bancos era de R$ 948 milhões –em outras palavras, esse era o valor que, no atual entender do TCU, deveria ser acrescentado à dívida pública.
Ao final do ano passado, a conta se aproximava dos R$ 60 bilhões, finalmente pagos, por determinação do tribunal, em dezembro.
Dilma já argumentou que a diferença de valores está relacionada à expansão da economia brasileira e do Orçamento da União desde a década passada. Mesmo quando são levados em conta os cenários diferentes, a discrepância de valores permanece.
Entre 2001 e 2008, o impacto das pedaladas na dívida pública oscilou, sem tendência definida, entre 0,03% e 0,11% do PIB (Produto Interno Bruto, medida da riqueza nacional); a partir de 2009, o crescimento é contínuo, até chegar ao pico de 1% do PIB.
CRIME OU NÃO
A escala das cifras é importante em uma discussão crucial em torno do processo de impeachment –se a presidente cometeu ou não crime de responsabilidade.
O Tesouro repassa regularmente recursos a seus bancos para a execução de programas de governo. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, paga o Bolsa Família, o seguro-desemprego e benefícios previdenciários.
Eventualmente, os repasses são insuficientes para os pagamentos. Nesses casos, os bancos usam recursos próprios para manter os programas em funcionamento, e o dinheiro é ressarcido depois pelo Tesouro.
Ao reprovar as contas do governo de 2014, o TCU considerou ter havido, na prática, empréstimos dos bancos federais ao Tesouro, o que é crime, segundo a legislação. Para o governo, os atrasos eram práticas normalmente aceitas.
CONTAS MAQUIADAS
A legislação proíbe empréstimos de bancos a seus controladores porque a transação dá margem a fraudes: o banco terá óbvias dificuldades em cobrar a dívida e o controlador poderá se valer de dinheiro que pertence a correntistas e poupadores.
No caso do governo, a acusação é que as pedaladas serviram para maquiar a escalada insustentável das despesas do Tesouro –só depois da reeleição de Dilma o governo admitiu que fecharia o ano de 2014 no vermelho.
É visível que o uso do expediente ganhou novos patamares a partir de 2009, quando a administração petista reagiu aos efeitos da crise internacional com o aumento do crédito e do gasto público.
Naquele ano, foram lançados o Minha Casa, Minha Vida e o PSI (Programa de Sustentação do Investimento), pelo qual o BNDES, banco oficial de fomento, passou a conceder financiamentos a taxas favorecidas.
O Tesouro deveria arcar com os subsídios dos dois programas, para evitar prejuízos da CEF e do BNDES. No entanto, o repasse desses recursos foi sendo sucessivamente postergado. O mesmo aconteceu com os subsídios do crédito agrícola, operado pelo Banco do Brasil.
O volume crescente de pagamentos em atraso passou a chamar a atenção de analistas, mas só foi condenado pelo TCU no exame das contas de 2014. A Folha questionou o Planalto sobre os dados do BC, mas não houve resposta até a publicação da reportagem.